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Sobre meu afastamento do Stoa por causa de uma brincadeira de 1º de abril até a exclusão da minha conta

quarta-feira, 29 abr 2009; \18\UTC\UTC\k 18 11 comentários

Logo do Stoa invertidoToda história do meu – Tom falando – afastamento do projeto Stoa, assim como a exclusão de minha conta do Stoa e todos meus textos, começou com a publicação no Stoa de uma brincadeira no contexto de primeiro de abril, que vocês podem checar aqui, Governador avalia planos de privatização da USP em reunião com reitora.

Publiquei esse texto no final da tarde do dia 1º de abril, por volta das 18h, e logo na madrugada do dia 2 coloquei um aviso de que tratava-se de uma brincadeira, aviso que parece não ter sido suficiente para as pessoas que sentiram-se incomodadas com a brincadeira.

No dia 14 de abril fico sabendo que a consultoria jurídica da USP entra em contato com o diretor do CTI USP, Gil da Costa Marques,  e que haveria um possível processo contra ele por parte da reitoria, por causa dessa brincadeira minha. Vale lembrar que o Stoa é um projeto do CTI.

Poucos dias depois fico sabendo que as medidas tomadas serão: 1. meu desligamento do projeto Stoa e 2. um pedido de desculpas de minha parte e do coordenador do projeto Stoa, o professor Ewout ter Haar, por causa do ocorrido.

O pedido de desculpas foi publicado por mim dia 23 de abril, que pode ser lido aqui, Esclarecimento sobre inoportuno texto que simulava desestatização da USP (não está mais disponível no link original, pois todos meus textos foram apagados do Stoa). Pedi desculpas por algo que não achei errado e até agora não entendo todo estardalhaço criado e nem imaginava as dimensões que isso resultaria, pois não queria também prejudicar meus amigos colaboradores do projeto Stoa, nem que o projeto fosse por água a baixo por minha causa. Antes eu do que todo o projeto, pois sei que continuaria em boas mãos.

Os ânimos das pessoas incomodadas com o ocorrido pareciam ter acalmados após meu pedido de desculpas e as coisas ficariam assim. Entretanto, dia 27 de abril, foi publicada uma matéria no UOL sobre um bolão para acertar o dia que a greve na USP começaria, que fiz há meses usando meu blog no Stoa, veja Ex-aluno da USP faz bolão e premia quem acerta dia de início da greve na universidade. A jornalista Simone Harnik entrou em contato comigo na tarde do dia 24 de abril, uma sexta-feira, pois queria entender melhor sobre o bolão. Deixei claro para ela que eu não tinha mais nenhum vínculo com a USP, muito menos com o Stoa, apesar de eu ter ajudado a criar o projeto.

A publicação dessa matéria no UOL Educação parece ter sido a gota d’água para a reitora da USP, Suely  Vilela, pois, segundo fui informado por email na noite do dia 27 de abril, ela ligou para o diretor do CTI dizendo algo do tipo “Como é que vocês afastaram o Everton do projeto e aparece essa matéria com ele na capa do UOL?”. Pressões da reitoria sobre Gil da Costa Marques surgiram, que entrou em contato com o coordenador do projeto Stoa, que entrou em contato comigo.

Fui informado que minha conta seria excluída, a pedido do diretor do CTI (pressionado pela reitora ou alguém da reitoria, imagino), o que foi feito ontem, dia 28 de abril. Eles deram um tempo para eu fazer backup dos meus textos do meu blog e fóruns de discussão, que eu já fazia assinando os feeds RSS no Google Reader (depois vou ter que publicar um a um nesse novo blog e infelizmente perdi todos comentários).

O pedido de desculpas acabou sendo publicado pela equipe Stoa na noite do dia 28 de abril, veja Sobre uma falsa notícia veiculada no Stoa, o que acabou repercutindo muito mal de imediato e gerou protestos por parte de usuários do Stoa (atualização: os textos publicados no Stoa foram alterados para ficarem visíveis apenas para usuários online, portanto coloquei links para locais externos onde foram publicados):

Após terrível repercusão, o Stoa foi colocado em estado de manutenção, me parece que a pedido do diretor do CTI, de modo que ninguém pode ver textos na página principal, nem logar-se no sistema.

Salvei os textos acima no meu computador, pois temo que o sistema Stoa será desligado da tomada, assim, sem mais nem menos, pois parece que o sistema hierárquico da Universidade de São Paulo funciona assim: alguém com mais poder político pode fazer e desfazer o que quiser, sem precisar dar satisfação ou justificativas racionais alguma a todos envolvidos (afinal, são quase 9 mil usuários cadastrados no Stoa!).

Nesse texto quis apenas relatar o que ocorreu e a cronologia dos fatos, tentando ser o mais imparcial possível. Depois escrevo mais sobre o ocorrido e a sucessão dos fatos, iniciados por uma fatídica brincadeira de 1º de abril.

Posts relacionados

Esse texto foi originalmente publicado num novo blog que criei (http://blogdotom.wordpress.com), após meu blog do Stoa ter sido apagado:  Sobre meu afastamento do Stoa por causa de uma brincadeira de 1º de abril até a exclusão da minha conta

A semana nos arXivs…

quarta-feira, 29 abr 2009; \18\UTC\UTC\k 18 1 comentário


O guia do astronomo amador, parte I

quarta-feira, 29 abr 2009; \18\UTC\UTC\k 18 6 comentários

”Quero comprar um telescópio! Será que esse aqui é bom??”

Essa é uma pergunta feita dezenas e dezenas de vezes em fóruns de internet e comunidades do Orkut sobre astronomia. Muitas pessoas se interessam por astronomia e a indústria fornece equipamentos das mais variadas qualidades e preços por aí. Existem dezenas de guias na internet de como se escolher um telescópio, mas como eu escrevi recentemente sobre isso na comunidade de física do orkut, resolvi fazer um refactoring do resultado e colocar aqui no blog, para ficar mais acessível.

Também notei uma falta muito grande de novos textos sobre o assunto. O Atlas Celeste[1] do Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (que tinha um prefácio do Drummond!!) e programas como o ”Olhando para o Céu” da TV Cultura, e os livros do Isaac Asimov (Alpha Centauri, principalmente) eram meu deleite na infância e adolescência. Infelizmente não vejo mais textos novos de divulgação de astronomia, que estimulem esse hobby maravilhoso da astronomia amadora.

Por isso decidi escrever uma série longa de posts sobre o assunto (dessa vez eu vou cumprir a promessa) e tentar resgatar isso.

Para começar no espírito do que a astronomia amadora pode proporcionar de emoção e desse sentimento de maravilhamento com o mundo que eu acho tão essencial para se engajar na ciência, ou pelo menos para apreciá-la, minha epígrafe para esse post (que chique!) é do Olavo Bilac:

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-Ias, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto …

E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”

E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.”


Lição 1 – Não compre um telescópio ainda!!!

A primeira informação que você precisa saber é que um telescópio que custe em torno de 200 reais ou menos (em 2009) em uma loja não-especializada certamente é ruim. Telescópios são objetos caros, de manufatura complicada. Se você deseja um bom equipamento amador, vai ter que fazer um pequeno investimento. Há muitos telescópios baratos por aí, mas a maioria deles são para uso terrestre – para olhar paisagens à distância.  Para uso astronômico, talvez sirvam para ver mais ou menos a lua e nada mais. Não têm qualidade ótica nem abertura suficiente para que olhar para objetos astronômicos seja uma experiência de fato agradável.

Para entender porque, é necessário perceber que os objetos celestes, apesar de serem enormes e emitirem vastíssimas quantidades de energia luminosa, são pontos de luz muito tênues quando vistos no nosso céu. Estão muito distantes, fazendo com que a quantidade de luz proveniente desses objetos que atinge os nossos olhos muito pequena. Para se ter uma idéia, imagine brilho de uma lampadinha daquelas que usamos para enfeitar árvores de natal. Elas tipicamente emitem uma potência em torno de 1W cada uma. Se você ficar a dois metros de distância de uma dessas lâmpadinhas e olhar em sua direção, a potência luminosa que vai entrar no seu olho proveniente dela será da ordem de 2 milionésimos de um watt.

Toda a luz que entra no seu olho quando você olha para Sirius, a estrela  mais brilhante do nosso céu,  uma estrela gigantesca e bastante próxima da Terra para os padrões astronômicos, equivale a 5 \times 10^{-13} watts, ou 0.0000000000005 W. Ou seja: uma lampadinha de natal a 2 metros de distância é, aparentemente, 4 milhões de vezes mais brilhante que a estrela mais brilhante do céu !!

Isso ocorre por causa da tremenda distância que nos separa dessa estrela. Na realidade, a totalidade da luz emitida por Sirius equivale a um número tão grande de lampadinhas de natal que é difícil até de imaginar. Sirius emite pouco mais de 25 vezes mais luz que o nosso Sol, e equivale a 10^{28} lampadinhas – isso é 1 seguido de 28 zeros. O problema é que a nossa distância a essa estrela é tão grande, que a fração da área total para onde essa luz está se dispersando que corresponde ao nosso olho é ínfima.

Essa quantidade pequena de luz que recebemos é o grande fator limitante para a observação. O fator mais importante em toda construção de muitos equipamentos astronomicos é que a quantidade de radiação (luz, ou qualquer outro tipo) que nos atinge proveniente dessas fontes é muito menor do que a quantidade de radiação emitida por fontes mais próximas: principalmente o Sol e as fontes localizadas na Terra.

Por isso a variável mais importante a se observar em um telescópio é o que chamamos de abertura – qual é o diâmetro em milímetros da abertura por onde a luz entra no seu telescópio para ser manipulada. Quanto maior a abertura, mais luz o seu telescópio é capaz de captar e projetar no seu olho, tornando melhores dois aspectos: a resolução da imagem e a capacidade de observar objetos cada vez mais tênues. A nossa pupila tem em torno de 1cm² de área. Portanto, se temos um telescópio com 250mm de abertura, teremos uma área de captação  quase 4000 vezes maior, aumentando nessa mesma proporção a quantidade de luz que nosso olho recebe.

Essa é a principal causa de frustração com telescópios mal escolhidos. Um telescópio com abertura incompatível com o aumento que você deseja usar não vai mostrar nada além de borrões. E é o que acontece com esses equipamentos de baixo custo vendidos em lojas não-especializadas, com raríssimas exceções.

O que pode ser ainda frustrante, mesmo que você tenha um equipamento de primeira linha, é tentar usar um telescópio sem uma experiência prévia com astronomia. Não são equipamentos fáceis de manejar no começo. Leva um certo tempo a se acostumar com o campo de visão diminuto que um telescópio razoável possui e bastante treino até conseguir achar mesmo os objetos mais fáceis.

Por causa dessas duas coisas, comprar um telescópio antes da hora pode ser um tiro fatal no seu gosto por astronomia amadora. Mas não fique desanimado. Astronomia amadora é muito mais do que telescópios. Aqui eu pretendo ter um pequeno guia de como se tornar um astronomo amador bem sucedido e como se preparar para em pouco tempo poder aproveitar bem o que bons equipamentos astronômicos amadores podem oferecer.


Lição 2 – Como começar?

O primeiro passo para se tornar um astronomo amador é familiarizar-se com o céu. Escolha uma noite sem lua de céu bem limpo para olhar para o alto e observar por um tempo. Ao longo do tempo você vai perceber um lento movimento do céu, como se a esfera celeste girasse  constantemente do leste para o oeste – do nascente para o poente. No leste novas estrelas surgem, no oeste as que estão no céu somem. Esse movimento diário é conhecido de todos nós e é meramente devido à rotação da Terra em torno do seu eixo.

Outro movimento é um pouco mais sutil e exige mais do que apenas uma noite de observação. Se você marcar mentalmente a posição de alguns grupos de estrelas e observá-los seguidamente por várias noites no mesmo horário, perceberá que a cada dia que passa eles estão cada vez mais à oeste naquele mesmo horário. Se você olhar por um ano inteiro, verá que depois de um ano (sideral) aquele grupo de estrelas estará de novo na mesma posição naquele horário marcado. Aos que já conhecem isso, surpreendam-se com o fato de que muita gente ignora esse movimento do céu resultante da translação da Terra em torno do Sol. É fácil não perceber esse movimento sutil  com tantas luzes na cidade e tão pouco tempo para olhar para o céu. Aos que desconheciam esse efeito note no que ele implica: existem épocas certas do ano para observar certos objetos astronômicos!!

É fundamental que se entenda isso – esse fato básico levou ao início do interesse prático do homem pelo céu. Ao observar o movimento anual das estrelas as antigas civilizações podiam prever com muita precisão quando a estação das cheias chegaria e quando começaria a estiagem. As estrelas eram para eles um calendário natural – você pode dizer em que época está do ano sabendo que grupo de estrelas está  em certa porção do céu em um certo horário naquele dia.

Enquanto estiver procurando no céu as pegadas dos movimentos da Terra no sistema solar, procure observar que os grupos de estrelas são fixos – elas não se movem perceptivelmente umas com relação às outras. Formam figuras estáticas, sempre deslocando-se rigidamente para o oeste. Asterismo é o nome que se dá a um certo grupo de estrelas e certas figuras são associadas a esses grupos para facilitar sua identificação. Não confunda asterismos e constelações – originalmente ambos eram nomes para grupos de estrelas, hoje os astronomos usam o termo constelação não para identificar uma figura formada por um grupo de estrelas, mas uma certa região do céu. Apesar da distinção você vai provavelmente me ver usar os dois termos de forma intercambiável por vício pessoal. Mas mantenha na cabeça a distinção.

Agora que você está familiar com o céu, procure identificar as constelações mais notáveis. As três mais fáceis são o Cruzeiro do Sul, o Órion e o Escorpião. Suas estrelas formam figuras bem fáceis de acompanhar e são bem brilhantes. É muito útil ter uma carta celeste para saber quais constelações estarão no céu nesse dia e qual é a figura que você deve procurar. Quais estrelas estarão no céu em uma certa data depende da sua longitude, do dia do ano e do horário. Por isso um programa de computador ajuda nessas horas. Alguns sites de internet fornecem cartas celestes gratuitamente também. Na final do post vou comentar alguns sites e programas de computador que tornam a astronomia amadora muito mais fácil hoje do que no tempo dos anuários astronômicos e listas de efemérides.


Lição 3 – Cartas celestes

Carta celeste para o dia 1º de Maio as 22:00 na cidade de São Paulo

Carta celeste para o dia 1º de maio as 22:00 na cidade de São Paulo. Figure reproduced from http://www.heavens-above.com

Uma carta celeste é uma representação dos objetos astronômicos que estarão no céu em um certo horário de um certo dia do ano, em uma certa localização. É o objeto mais útil para se aprender a localizar estrelas, constelações e outros objetos. Apesar da carta ser exata apenas para o dia e horário em que foi feita, não é difícil usá-la para dias próximos – o movimento anual do céu é lento o bastante para que uma carta seja útil por vários dias.

Na figura ao lado vemos uma carta celeste para a cidade de São Paulo no dia 1º de maio de 2009, as 22:00. Os pontinhos escuros são as estrelas, que estão conectadas por tracinhos para facilitar o reconhecimento das constelações. A posição do  planeta Saturno e da Lua também estão marcados.

Usar a carta é bem fácil – coloque-a em posição horizontal, paralela à linha do horizonte, alinhando as marcações N, E, S e W com o Norte, Leste, Sul e Oeste respectivamente. Agora o que você vê no papel deve ser o exato reflexo do que está no céu nesse momento. Comparando o papel com o céu você pode identificar as constelações. Em breve, com um pouco de prática, você não vai precisar mais dela para constelações mais comuns e brilhantes.

Para obter uma carta como essa registre-se no site http://www.heavens-above.com, coloque a latitude e longitude de sua cidade (provavelmente já existe no banco de dados deles) e clique em ”whole sky chart”. Coloque a data e hora e pronto. Eis a sua carta celeste. Outra forma de obter uma é através do programa gratuito e open-source chamado Stellarium (http://www.stellarium.org/ – versões para windows, linux e mac). Esse programa realmente mostra uma simulação bem realista do céu noturno com muitos detalhes. Realmente vale a pena dar uma fuçada, mas eu acho que na hora de procurar mesmo um objeto uma carta celeste bem feita da região desejada no heavens-above ajuda muito mais.

Outro lugar para encontrar cartas celestes é o site da revista Astronomy (www.astronomy.com), onde também há muitos artigos e dicas sobre astronomia. Infelizmente ainda é difícil achar links em português. O site do CDA – Centro de Divulgação de Astronomia, um mini-observatório de divulgação de astronomia da USP de São Carlos [2]é  bom. O site da revista eletrônica Café Orbital, produzida pelo Observatório Nacional, também é muito bom e costuma ter bons cursos online gratuitos de astronomia (http://www.on.br/revista/).

Para terminar esse primieiro post, a lição número 4 será bem destacada:

Lição 4 – PROCURE UM GRUPO OU CLUBE DE ASTRONOMIA!!!!

Muitas cidades possuem clubes de astronomia, grupos de astronomos amadores e até mesmo observatórios de divulgação científica. Nesses lugares você vai encontrar a coisa que você mais precisa – pessoas experientes que podem te dar dicas e ajudar, e vai encontrar o que você mais quer – telescópios apontados para o céu

Fecho o primeiro post dessa série com uma pequena lista de lugares a visitar para os que moram no estado de São Paulo. Eu não conheço muita coisa fora do estado, então exigiria um pouco mais de pesquisa. Mas eu prometo que no próximo post vou tentar colocar mais contatos sobre o assunto pelo Brasil.

Grupos, clubes e centros de divulgação de astronomia no estado de São Paulo

CDA/CDCC – Centro de Divulgação de Astronomia – Centro de Divulgação Científica e Cultural
O CDA possui um pequeno observatório no campus da USP em São Carlos. O observatório abre durante os fins de semana para o público de forma totalmente gratuita. É só chegar e entrar. Monitores estão disponíveis para mostrar os telescópios e responder perguntas. Procure saber sobre as palestras de sábado a noite.

CASP – Clube de Astronomia São Paulo – http://www.astrocasp.com/home
Provavelmente o maior clube de astronomia do Brasil. Realiza cursos e eventos com frequencia na cidade de São Paulo e fora dela. Têm listas grandes de discussão por e-mail e seus membros chegam até a fazer pesquisa acadêmica séria!! (sim! A astronomia é uma ciência que ainda é muito beneficiada pelos amadores).

Grupo de astronomia Sputnik – http://sputnikers.blogspot.com/
Um grupo ainda pequeno criado por amigos estudantes da USP mas que frequentemente levam telescópios para a praça do relógio, no campus Butantã da Universidade de São Paulo na capital.

CEU – Centro de Estudos do Universo  – http://www.fundacaoceu.org.br
Uma fundação privada de divulgação científica localizada em Brotas-SP. Recebe turmas de estudantes e excursões. Possui telescópios, um planetário e monitores treinados para receber todo tipo de visitantes.

Mini-observatório INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – http://www.das.inpe.br/miniobservatorio/
Em São José dos campos há um observatório de divulgação científica com um belo telescópio Schmidt-Cassegrain de 280mm de abertura. Para agendar visitas com turmas telefone para o Departamento de Astronomia – (12) 3945-7200 falar com Valéria.

Notas

[1] Era um livro muito querido do meu pai, e ele me deu o exemplar dele quando eu era adolescente. Talvez tenha sido o melhor presente que eu já ganhei, pelo valor que tinha para ele e pela ânsia com o qual eu o queria.

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