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Archive for the ‘Fun News’ Category

Adivinha quem é…?

sábado, 1 out 2011; \39\UTC\UTC\k 39 Deixe um comentário

"3 Mosqueteiros"

Pra quem gosta de quebra-cabeças, e conhece os envolvidos na ‘descoberta’ do chamado Bóson de Higgs, fica essa dica do blog do Ian Sample: quem são esses personagens do livro Massive?

PS: Eu tenho mais dessas fotos… conforme os palpites forem aparecendo, eu ponho mais alguma(s). :twisted:

Erwin Schrödinger: vivo ou morto…

quinta-feira, 11 ago 2011; \32\UTC\UTC\k 32 3 comentários

No dia 12 de Agosto de 1887 nascia o bebê Erwin Schrödingerironicamente, até o momento do nascimento, a mãe dele não sabia se ela estava grávida ou não. :twisted:

[N.B.: Pra quem achou a piadinha acima infâme… tem uma melhor ainda hoje: Nova animação da Pixar: Start UP, a história de um velhinho que queria levantar sua empresa com bolhas da internet. tá-dá-tush… :mrgreen:]

Arquimedes…

quinta-feira, 10 fev 2011; \06\UTC\UTC\k 06 Deixe um comentário

Arquimedes

Arquimedes

História da Arte…

quarta-feira, 9 fev 2011; \06\UTC\UTC\k 06 1 comentário

História da Arte

História da Arte

Papai Noel existe…

quinta-feira, 9 dez 2010; \49\UTC\UTC\k 49 Deixe um comentário

Papai Noel existe... pelo menos no Landscape!

Papai Noel existe... pelo menos no Landscape!

… pelo menos no Landscape!

:twisted:

Realejo do dia: Brian Cox no programa do Jonathan Ross…

sábado, 27 mar 2010; \12\UTC\UTC\k 12 Deixe um comentário

Realejo do dia: Marcelo Gleiser no Programa do Jô…

sábado, 27 mar 2010; \12\UTC\UTC\k 12 7 comentários

Realejo do dia…

terça-feira, 9 mar 2010; \10\UTC\UTC\k 10 1 comentário

… de amanhã! :cool:

Realejo do dia…

terça-feira, 9 mar 2010; \10\UTC\UTC\k 10 Deixe um comentário

Realejo do dia…

terça-feira, 20 out 2009; \43\UTC\UTC\k 43 2 comentários

Pra quem não sabe, a Fundação Nobel acaba de lançar uma proposta excelente no YouTube: Pergunte a um Nobelista.

O primeiro vídeo já está disponível,

:twisted:

Sensacional, não?

O que vcs acham de um “Pergunte ao AP?” :wink:

Votem e deixem comentários e sugestões abaixo. :cool:

O realejo do dia…

segunda-feira, 19 out 2009; \43\UTC\UTC\k 43 Deixe um comentário

“Symphony of Science — We Are All Connected” (ft. Sagan, Feynman, deGrasse Tyson & Bill Nye),

O Nobel de Física de 2009

terça-feira, 6 out 2009; \41\UTC\UTC\k 41 4 comentários

Saiu há algumas horas os nomes laureados com o Premio Nobel de física de 2009. O chinês Charles Kao ficou com metade do prêmio por suas contribuições à comunicação com fibras óticas. A outra metade foi dividida entre o canadense Willard Boyle e  o americano George E. Smith, pela invenção dos dispositivos CCD (Charge-coupled Device)  . Para dizer a verdade conheço pouco a respeito dos nomes, mas considero a decisão de dar o prêmio para essas duas áreas muito acertada.

As duas descobertas/invenções são extremamente técnicas e podem não aparentar tão interessantes à primeira vista. Entretanto são duas descobertas técnicas que transformaram a face da Terra. Não apenas influenciaram nossa capacidade tecnológica, mas ampliaram a nossa capacidade de descobrir mais sobre o universo, afetaram de maneira irreversível nossa cultura e, eu diria sem medo de exagerar, aumentaram o potencial da nossa civilização.

Ambas são tecnologias ubíquas. Quase todos nós as usamos diariamente.

As fibras óticas, não preciso dizer, estão em um dos pilares da nossa rede global de comunicação. Nenhuma ideologia, religião, teoria economica ou doutrina política revolucionou tanto o mundo quanto a criação dessa rede. Praticamente todas as transações bancárias, chamadas telefônicas de longa distância, a comunicação entre empresas, entre pessoas, entre governos, notícias, fofocas de celebridades, bobagens, informações valiosas, colaborações científicas, informações industriais, cartas de amor…  tudo isso hoje chega ao seu destino por fibras óticas. Os diferentes cantos do planeta se comunicam instantaneamente por causa das fibras óticas e isso transformou um planeta dividido em uma civilização global. É impossível conceber o mundo funcionando como funciona hoje sem essa tecnologia.

Os dispositivos CCD, menos conhecidos talvez, estão em todas as máquinas fotográficas digitais. Mas revolucionaram muito mais do que a arte da fotografia e os álbuns de família. Talvez seja mais difícil apreciar como a difusão de uma método extremamente barato de produzir imagens instantaneamente é capaz de mudar a maneira como pensamos, conhecemos o mundo, fazemos ciência, produzimos bens e os consumimos. A revolução da imagem é sorrateira, mas eu duvido que você que lê esse texto não tem pelo menos meia dúzia de fotos suas convertidas em bits, circulando agora pelas fibras óticas que ligam o mundo!

Talvez haja tempo para depois escrever  aqui sobre os detalhes técnicos ligadas a essas técnicas, mas para apreciar o que essas técnicas fizeram pela humanidade basta olhar em volta de você.

Leia mais…

O realejo do dia…

sábado, 29 ago 2009; \35\UTC\UTC\k 35 Deixe um comentário

“Eu acho que vi um gatinho…”

quinta-feira, 25 jun 2009; \26\UTC\UTC\k 26 2 comentários

Parece haver espirais verdes e azuis — na verdade, elas são idênticas (R=0, G=255, B=150).

Parece haver espirais verdes e azuis — na verdade, elas são idênticas (R=0, G=255, B=150).

A razão delas parecerem diferentes é porque nosso cérebro avalia a cor dum objeto por comparação com as cores ao redor. Nesse caso, algumas das espirais não são contínuas como parecem: as laranjas não atravessam as azuis, e as magentas não atravessam as verdes — basta dar um zoom pra perceber. :wink:

O padrão é em espiral porque nossos cérebros gostam de preencher lacunas dum padrão. Apesar das espirais não serem da mesma cor ao longo de todo comprimento, o fato delas se cruzarem (e criarem lacunas que o cérebro gosta de preencher) faz com que nosso cérebro pense que elas o são.

Portanto, fica a lição: Não acreditem naquilo que vcs vêm com seus próprios olhos! :cool: Os olhos não são câmeras tirando fotos fiéis de toda a verdade absoluta que está ao nosso redor. Há filtros, e nosso cérebro tem que interpretar todas as informações que lhe são enviadas. Cores não são o que parecem ser, formas não são o que parecem ser!

Então, muito cuidado com aquilo que vcs vêm por aí… :twisted:

O realejo do dia…

sexta-feira, 12 jun 2009; \24\UTC\UTC\k 24 Deixe um comentário

O guia do astronomo amador, parte I

quarta-feira, 29 abr 2009; \18\UTC\UTC\k 18 6 comentários

”Quero comprar um telescópio! Será que esse aqui é bom??”

Essa é uma pergunta feita dezenas e dezenas de vezes em fóruns de internet e comunidades do Orkut sobre astronomia. Muitas pessoas se interessam por astronomia e a indústria fornece equipamentos das mais variadas qualidades e preços por aí. Existem dezenas de guias na internet de como se escolher um telescópio, mas como eu escrevi recentemente sobre isso na comunidade de física do orkut, resolvi fazer um refactoring do resultado e colocar aqui no blog, para ficar mais acessível.

Também notei uma falta muito grande de novos textos sobre o assunto. O Atlas Celeste[1] do Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (que tinha um prefácio do Drummond!!) e programas como o ”Olhando para o Céu” da TV Cultura, e os livros do Isaac Asimov (Alpha Centauri, principalmente) eram meu deleite na infância e adolescência. Infelizmente não vejo mais textos novos de divulgação de astronomia, que estimulem esse hobby maravilhoso da astronomia amadora.

Por isso decidi escrever uma série longa de posts sobre o assunto (dessa vez eu vou cumprir a promessa) e tentar resgatar isso.

Para começar no espírito do que a astronomia amadora pode proporcionar de emoção e desse sentimento de maravilhamento com o mundo que eu acho tão essencial para se engajar na ciência, ou pelo menos para apreciá-la, minha epígrafe para esse post (que chique!) é do Olavo Bilac:

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-Ias, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto …

E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”

E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.”


Lição 1 – Não compre um telescópio ainda!!!

A primeira informação que você precisa saber é que um telescópio que custe em torno de 200 reais ou menos (em 2009) em uma loja não-especializada certamente é ruim. Telescópios são objetos caros, de manufatura complicada. Se você deseja um bom equipamento amador, vai ter que fazer um pequeno investimento. Há muitos telescópios baratos por aí, mas a maioria deles são para uso terrestre – para olhar paisagens à distância.  Para uso astronômico, talvez sirvam para ver mais ou menos a lua e nada mais. Não têm qualidade ótica nem abertura suficiente para que olhar para objetos astronômicos seja uma experiência de fato agradável.

Para entender porque, é necessário perceber que os objetos celestes, apesar de serem enormes e emitirem vastíssimas quantidades de energia luminosa, são pontos de luz muito tênues quando vistos no nosso céu. Estão muito distantes, fazendo com que a quantidade de luz proveniente desses objetos que atinge os nossos olhos muito pequena. Para se ter uma idéia, imagine brilho de uma lampadinha daquelas que usamos para enfeitar árvores de natal. Elas tipicamente emitem uma potência em torno de 1W cada uma. Se você ficar a dois metros de distância de uma dessas lâmpadinhas e olhar em sua direção, a potência luminosa que vai entrar no seu olho proveniente dela será da ordem de 2 milionésimos de um watt.

Toda a luz que entra no seu olho quando você olha para Sirius, a estrela  mais brilhante do nosso céu,  uma estrela gigantesca e bastante próxima da Terra para os padrões astronômicos, equivale a 5 \times 10^{-13} watts, ou 0.0000000000005 W. Ou seja: uma lampadinha de natal a 2 metros de distância é, aparentemente, 4 milhões de vezes mais brilhante que a estrela mais brilhante do céu !!

Isso ocorre por causa da tremenda distância que nos separa dessa estrela. Na realidade, a totalidade da luz emitida por Sirius equivale a um número tão grande de lampadinhas de natal que é difícil até de imaginar. Sirius emite pouco mais de 25 vezes mais luz que o nosso Sol, e equivale a 10^{28} lampadinhas – isso é 1 seguido de 28 zeros. O problema é que a nossa distância a essa estrela é tão grande, que a fração da área total para onde essa luz está se dispersando que corresponde ao nosso olho é ínfima.

Essa quantidade pequena de luz que recebemos é o grande fator limitante para a observação. O fator mais importante em toda construção de muitos equipamentos astronomicos é que a quantidade de radiação (luz, ou qualquer outro tipo) que nos atinge proveniente dessas fontes é muito menor do que a quantidade de radiação emitida por fontes mais próximas: principalmente o Sol e as fontes localizadas na Terra.

Por isso a variável mais importante a se observar em um telescópio é o que chamamos de abertura – qual é o diâmetro em milímetros da abertura por onde a luz entra no seu telescópio para ser manipulada. Quanto maior a abertura, mais luz o seu telescópio é capaz de captar e projetar no seu olho, tornando melhores dois aspectos: a resolução da imagem e a capacidade de observar objetos cada vez mais tênues. A nossa pupila tem em torno de 1cm² de área. Portanto, se temos um telescópio com 250mm de abertura, teremos uma área de captação  quase 4000 vezes maior, aumentando nessa mesma proporção a quantidade de luz que nosso olho recebe.

Essa é a principal causa de frustração com telescópios mal escolhidos. Um telescópio com abertura incompatível com o aumento que você deseja usar não vai mostrar nada além de borrões. E é o que acontece com esses equipamentos de baixo custo vendidos em lojas não-especializadas, com raríssimas exceções.

O que pode ser ainda frustrante, mesmo que você tenha um equipamento de primeira linha, é tentar usar um telescópio sem uma experiência prévia com astronomia. Não são equipamentos fáceis de manejar no começo. Leva um certo tempo a se acostumar com o campo de visão diminuto que um telescópio razoável possui e bastante treino até conseguir achar mesmo os objetos mais fáceis.

Por causa dessas duas coisas, comprar um telescópio antes da hora pode ser um tiro fatal no seu gosto por astronomia amadora. Mas não fique desanimado. Astronomia amadora é muito mais do que telescópios. Aqui eu pretendo ter um pequeno guia de como se tornar um astronomo amador bem sucedido e como se preparar para em pouco tempo poder aproveitar bem o que bons equipamentos astronômicos amadores podem oferecer.


Lição 2 – Como começar?

O primeiro passo para se tornar um astronomo amador é familiarizar-se com o céu. Escolha uma noite sem lua de céu bem limpo para olhar para o alto e observar por um tempo. Ao longo do tempo você vai perceber um lento movimento do céu, como se a esfera celeste girasse  constantemente do leste para o oeste – do nascente para o poente. No leste novas estrelas surgem, no oeste as que estão no céu somem. Esse movimento diário é conhecido de todos nós e é meramente devido à rotação da Terra em torno do seu eixo.

Outro movimento é um pouco mais sutil e exige mais do que apenas uma noite de observação. Se você marcar mentalmente a posição de alguns grupos de estrelas e observá-los seguidamente por várias noites no mesmo horário, perceberá que a cada dia que passa eles estão cada vez mais à oeste naquele mesmo horário. Se você olhar por um ano inteiro, verá que depois de um ano (sideral) aquele grupo de estrelas estará de novo na mesma posição naquele horário marcado. Aos que já conhecem isso, surpreendam-se com o fato de que muita gente ignora esse movimento do céu resultante da translação da Terra em torno do Sol. É fácil não perceber esse movimento sutil  com tantas luzes na cidade e tão pouco tempo para olhar para o céu. Aos que desconheciam esse efeito note no que ele implica: existem épocas certas do ano para observar certos objetos astronômicos!!

É fundamental que se entenda isso – esse fato básico levou ao início do interesse prático do homem pelo céu. Ao observar o movimento anual das estrelas as antigas civilizações podiam prever com muita precisão quando a estação das cheias chegaria e quando começaria a estiagem. As estrelas eram para eles um calendário natural – você pode dizer em que época está do ano sabendo que grupo de estrelas está  em certa porção do céu em um certo horário naquele dia.

Enquanto estiver procurando no céu as pegadas dos movimentos da Terra no sistema solar, procure observar que os grupos de estrelas são fixos – elas não se movem perceptivelmente umas com relação às outras. Formam figuras estáticas, sempre deslocando-se rigidamente para o oeste. Asterismo é o nome que se dá a um certo grupo de estrelas e certas figuras são associadas a esses grupos para facilitar sua identificação. Não confunda asterismos e constelações – originalmente ambos eram nomes para grupos de estrelas, hoje os astronomos usam o termo constelação não para identificar uma figura formada por um grupo de estrelas, mas uma certa região do céu. Apesar da distinção você vai provavelmente me ver usar os dois termos de forma intercambiável por vício pessoal. Mas mantenha na cabeça a distinção.

Agora que você está familiar com o céu, procure identificar as constelações mais notáveis. As três mais fáceis são o Cruzeiro do Sul, o Órion e o Escorpião. Suas estrelas formam figuras bem fáceis de acompanhar e são bem brilhantes. É muito útil ter uma carta celeste para saber quais constelações estarão no céu nesse dia e qual é a figura que você deve procurar. Quais estrelas estarão no céu em uma certa data depende da sua longitude, do dia do ano e do horário. Por isso um programa de computador ajuda nessas horas. Alguns sites de internet fornecem cartas celestes gratuitamente também. Na final do post vou comentar alguns sites e programas de computador que tornam a astronomia amadora muito mais fácil hoje do que no tempo dos anuários astronômicos e listas de efemérides.


Lição 3 – Cartas celestes

Carta celeste para o dia 1º de Maio as 22:00 na cidade de São Paulo

Carta celeste para o dia 1º de maio as 22:00 na cidade de São Paulo. Figure reproduced from http://www.heavens-above.com

Uma carta celeste é uma representação dos objetos astronômicos que estarão no céu em um certo horário de um certo dia do ano, em uma certa localização. É o objeto mais útil para se aprender a localizar estrelas, constelações e outros objetos. Apesar da carta ser exata apenas para o dia e horário em que foi feita, não é difícil usá-la para dias próximos – o movimento anual do céu é lento o bastante para que uma carta seja útil por vários dias.

Na figura ao lado vemos uma carta celeste para a cidade de São Paulo no dia 1º de maio de 2009, as 22:00. Os pontinhos escuros são as estrelas, que estão conectadas por tracinhos para facilitar o reconhecimento das constelações. A posição do  planeta Saturno e da Lua também estão marcados.

Usar a carta é bem fácil – coloque-a em posição horizontal, paralela à linha do horizonte, alinhando as marcações N, E, S e W com o Norte, Leste, Sul e Oeste respectivamente. Agora o que você vê no papel deve ser o exato reflexo do que está no céu nesse momento. Comparando o papel com o céu você pode identificar as constelações. Em breve, com um pouco de prática, você não vai precisar mais dela para constelações mais comuns e brilhantes.

Para obter uma carta como essa registre-se no site http://www.heavens-above.com, coloque a latitude e longitude de sua cidade (provavelmente já existe no banco de dados deles) e clique em ”whole sky chart”. Coloque a data e hora e pronto. Eis a sua carta celeste. Outra forma de obter uma é através do programa gratuito e open-source chamado Stellarium (http://www.stellarium.org/ – versões para windows, linux e mac). Esse programa realmente mostra uma simulação bem realista do céu noturno com muitos detalhes. Realmente vale a pena dar uma fuçada, mas eu acho que na hora de procurar mesmo um objeto uma carta celeste bem feita da região desejada no heavens-above ajuda muito mais.

Outro lugar para encontrar cartas celestes é o site da revista Astronomy (www.astronomy.com), onde também há muitos artigos e dicas sobre astronomia. Infelizmente ainda é difícil achar links em português. O site do CDA – Centro de Divulgação de Astronomia, um mini-observatório de divulgação de astronomia da USP de São Carlos [2]é  bom. O site da revista eletrônica Café Orbital, produzida pelo Observatório Nacional, também é muito bom e costuma ter bons cursos online gratuitos de astronomia (http://www.on.br/revista/).

Para terminar esse primieiro post, a lição número 4 será bem destacada:

Lição 4 – PROCURE UM GRUPO OU CLUBE DE ASTRONOMIA!!!!

Muitas cidades possuem clubes de astronomia, grupos de astronomos amadores e até mesmo observatórios de divulgação científica. Nesses lugares você vai encontrar a coisa que você mais precisa – pessoas experientes que podem te dar dicas e ajudar, e vai encontrar o que você mais quer – telescópios apontados para o céu

Fecho o primeiro post dessa série com uma pequena lista de lugares a visitar para os que moram no estado de São Paulo. Eu não conheço muita coisa fora do estado, então exigiria um pouco mais de pesquisa. Mas eu prometo que no próximo post vou tentar colocar mais contatos sobre o assunto pelo Brasil.

Grupos, clubes e centros de divulgação de astronomia no estado de São Paulo

CDA/CDCC – Centro de Divulgação de Astronomia – Centro de Divulgação Científica e Cultural
O CDA possui um pequeno observatório no campus da USP em São Carlos. O observatório abre durante os fins de semana para o público de forma totalmente gratuita. É só chegar e entrar. Monitores estão disponíveis para mostrar os telescópios e responder perguntas. Procure saber sobre as palestras de sábado a noite.

CASP – Clube de Astronomia São Paulo – http://www.astrocasp.com/home
Provavelmente o maior clube de astronomia do Brasil. Realiza cursos e eventos com frequencia na cidade de São Paulo e fora dela. Têm listas grandes de discussão por e-mail e seus membros chegam até a fazer pesquisa acadêmica séria!! (sim! A astronomia é uma ciência que ainda é muito beneficiada pelos amadores).

Grupo de astronomia Sputnik – http://sputnikers.blogspot.com/
Um grupo ainda pequeno criado por amigos estudantes da USP mas que frequentemente levam telescópios para a praça do relógio, no campus Butantã da Universidade de São Paulo na capital.

CEU – Centro de Estudos do Universo  – http://www.fundacaoceu.org.br
Uma fundação privada de divulgação científica localizada em Brotas-SP. Recebe turmas de estudantes e excursões. Possui telescópios, um planetário e monitores treinados para receber todo tipo de visitantes.

Mini-observatório INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – http://www.das.inpe.br/miniobservatorio/
Em São José dos campos há um observatório de divulgação científica com um belo telescópio Schmidt-Cassegrain de 280mm de abertura. Para agendar visitas com turmas telefone para o Departamento de Astronomia – (12) 3945-7200 falar com Valéria.

Notas

[1] Era um livro muito querido do meu pai, e ele me deu o exemplar dele quando eu era adolescente. Talvez tenha sido o melhor presente que eu já ganhei, pelo valor que tinha para ele e pela ânsia com o qual eu o queria.

A semana nos arXivs…

quarta-feira, 18 mar 2009; \12\UTC\UTC\k 12 Deixe um comentário
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