Falando em fuga de cérebros…

terça-feira, 10 mar 2009; \11\UTC\UTC\k 11 Deixe um comentário Go to comments

Pra quem sabe da importância desse assunto, os links abaixo são bastante interessantes e relevantes para essa discussão — vale a pena comparar o que ambos os textos dizem, e notar a diferença em política científica das partes envolvidas. Alguns trechos de ambos os artigos…

O trabalho que apresentei está disponível abaixo, e inclui alguns gráficos mostrando a forte tendência da CAPES e do CNPq de reduzir o apoio a estudos de brasileiros no exterior, e também de substituir as bolsas de doutorado por bolsas “sandwitch” de curta duração. Acho que estas políticas merecem uma discussão mais aprofundada.

A conclusão do artigo é que “es posible resumir esta discusión, remitiéndola a los riesgos y oportunidades que existen en la cooperación internacional. No se trata de optar por dos extremos, el de la internacionalización absoluta, que de hecho jamás va a existir, y el del nacionalismo cultural, científico y tecnológico, que tiene también obvios limites. Una política adecuada debería tomar en cuenta los beneficios del diálogo, oportunidades de aprendizaje y cooperación que existen cuando los caminos del intercambio y del flujo de personas e ideas están abiertos; asimismo, debería considerar los posibles límites de políticas educativas y de desarrollo científico y tecnológico que no invierten en la creación de instituciones de calidad en sus propios países, para que sea posible combinar de forma efectiva la investigación científica de calidad y actividades educativas, tecnológicas e científicas de interés y relevancia para sus propias sociedades. Esta no es, creo, una cuestión de recursos, sino que, principalmente, de orientación y actitud.

What should have been a short visit with her family in Belarus punctuated by a routine trip to an American consulate turned into a three-month nightmare of bureaucratic snafus, lost documents and frustrating encounters with embassy employees. “If you write an e-mail, there is no one replying to you,” she said. “Unfortunately, this is very common.”

Dr. Shkumatava, who ended up traveling to Moscow for a visa, is among the several hundred thousand students who need a visa to study in the United States. People at universities and scientific organizations who study the issue say they have heard increasing complaints of visa delays since last fall, particularly for students in science engineering and other technical fields.

(…)

The issue matters because American universities rely on foreign students to fill slots in graduate and postdoctoral science and engineering programs. Foreign talent also fuels scientific and technical innovation in American labs. And the United States can no longer assume that this country is everyone’s first choice for undergraduate, graduate or postgraduate work.

[]’s.

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