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O realejo do dia…

domingo, 18 out 2009; \42\UTC\UTC\k 42 Deixe um comentário

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James Randi:

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A semana nos arXivs…

sexta-feira, 13 mar 2009; \11\UTC\UTC\k 11 Deixe um comentário

Pequeno workshop na USP: Recursos Educacionais Abertos, 4 de dezembro

segunda-feira, 3 nov 2008; \45\UTC\UTC\k 45 1 comentário

Repassando email. Quando dizem na USP, presumo que quiseram dizer no campus Butantã da USP.

— x — x —

Na manhã do dia 4 de dezembro (quinta-feira) haverá um pequeno seminário para os interessados em “Recursos Educacionais Abertos” (OER) [1] na USP.
Discutiremos experiências internacionais e brasileiras com OER. Aproveitamos a visita de Melissa Hagemann do Open Society Institute (um instituto fundado por George Soros), Joel Thierstein da Rice University e diretor executivo do Connexions (http://cnx.org/) e Carolina Rossini (Berkman Center, Harvard) para dar uma perspectiva internacional.

Faça sua inscrição via formulário em:
http://spreadsheets.google.com/viewform?key=pcyBsjb0oVmMloY0W3q4WUg

Data: 4/12/2008, quinta-feira, 9h00 – 14h00

Local: A ser definido, acompanhe em http://wiki.stoa.usp.br/OER-Workshop

Língua: Inglês

Programa

* 9h: Abertura
* 9h30: Panel 1: Experiências Internacionais. Moderador: Prof.
Gilson Schwartz (ECA)
* 9:30-10:00 Melissa Hagemann (OSI): o trabalho do OSI em OER
* 10-10:50: Joel Thierstein (Rice): a experiência do Conexions
* 10:50-11:20: Carol Rossini: impactos da propriedade intelectual

Coffee Break

* 11:30 Panel 2: Experiências Brasileiras: Moderador: Carolina Rossini
* 11:40-12:05 Prof Pablo Ortellado (EACH/GPOPAI)
* 12:10 – 12:40 Prof Sueli Mara Ferreira (ECA)
* 12:40 – 1:10 Prof. Ewout ter Haar (IF)

* 1:10- 1:40 (max 2:00pm) Debate

Para mais informações, entre em contato com Prof. Ewout ter Haar
(ewout@usp.br, 3091-6696)

Que formatos de arquivos as revistas científicas andam exigindo aos autores?

quarta-feira, 1 out 2008; \40\UTC\UTC\k 40 2 comentários

Num post recente de um estudante de pós-graduação da Faculdade de Educação da USP, foi relatado um pouco sobre suas vãs tentativas de ter seus textos lidos por outras pessoas (seus pares de periódicos, orientador etc.), o que o levou a optar a usar um sistema operacional e software pagos. Como já fui bolsista, sei que, se tivesse que lidar com os valores da bolsa para gastos além de moradia, comida, livros e outras coisas para sobrevivência, isso só aumentaria as dificuldades financeiras que um pós-graduando já possui (não que seria impossível). Como exemplo, foi mencionada a Revista da Faculdade de Educação (USP), um períodico que ele encontrou problemas para enviar seus arquivos. Consta, nas instruções aos autores, o seguinte:

1. The presentation of papers should observe the following standards:

  • works should be prepared using Word for Windows, and sent in floppy disk and two printed copies.

Como disse recentemente, está aí uma prova sobre a falta de liberdade de escolha, por causa da imposição do uso de formatos fechados, pagos e dependentes da plataforma (sistema operacional), escolhida por alguns. Não vou nem comentar sobre o floppy. Isso existe ainda? Imagino que o site deve estar desatualizado.

Vamos ver quanto custaria essa brincadeira (em prazo imediato)? Se eu, que rodo GNU/Linux, quisesse adquirir o Windows Vista, obteria pela bagatala de aproximadamente R$ 300. Já o pacote Office, que inclui o processador de textos Word exigido pela revista, sairia por aproximadamente R$ 200. Esse preço foi de uma loja das que consegui verificar o preço, sugerida na página da Microsoft, na seção de compras. Ou seja, R$ 500, mais da metade da bolsa de um estudante de mestrado (do CNPq ou CAPES). Fora as futuras atualizações que a pessoa terá que arcar.

Recentemente, o professor Jean-Claude Guédon veio à USP [1] e falou um pouco, entre outras coisas, sobre algumas modificações que estão ocorrendo na produção e comunicação científica em nossa era digital.  Entre elas, mencionou algumas iniciativas que visam tornar o acesso ao material científico cada vez mais aberto e acessível a qualquer um (veja, por exemplo, a Budapest Open Access Initiative).

Muitos elogios foram feitos a iniciativas como a SciELO (The Scientific Electronic Library Online), sistema brasileiro onde ficam várias revistas em que o acesso a todos seus artigos é aberto. Ao mesmo tempo, vemos no exemplo citado logo acima uma revista brasileira, sob o domínio do SciELO, que obriga seus autores a usarem sistemas caros e fechados (esse para mim é o principal obstáculo) para poder submeter seus artigos.

Alguém vê algum sentido e concorda com isso? Caso concorde, gostaria de saber o porquê, sendo que existem diversas formas de contornar esse problema, sem ter que obrigar autores a usar determinado sabor em seu computador. Se uma pessoa quer e pode usar um sistema operacional e programas caros e de qualidade ruins (pelo menos para mim, muitos discordarão, mas esse não é meu foco aqui), tudo bem. As pessoas devem mesmo ter sua liberdade de escolha. Mas obrigar aqueles que optam por outros sistemas (e. g., o GNU/Linux, aberto e gratuito) e softwares (e. g., editores de texto Vim e Emacs, processador de textos Open Office, que possibilita salvar em formatos abertos etc.), devem aceitar situações como essa? A comunicação, o mais importante aqui, deve ser dificultada por esses detalhes? Você já se deparou com situações como a vivida por nosso colega? Conte-nos como foi. Quais revistas ou situações lhe ofereceram esse tipo de obstáculo?

[1] Resumos do professor Ewout ter Haar das aulas do Professor Guédon: aula 1, aula 2, aula 3, aula 4, aula 5, aula 7 e aula 9.

Alguns vídeos dessas aulas podem ser vistos aqui.

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